A Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo Seja Contigo. Bem-vindo.

Com a graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, a bênçao de Deus e do Espírito Santo e Anuência do Reverendo Pastor Antônio Jorge Moreira, seja abençoado ao ler cada mensagem posta.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Despedida


Agradeço a todo os nossos leitores do mundo inteiro que durante o ano interio leram os comentários postados.Despeço-me aqui da superintendência da EBD Jatiúca para que outro consequentemente prossiga.Agradeço a Deus pela rica oportunidade e a todos que nos apoiaram. A partir de hoje já não serei responsável pelas postagens desse blog, mas continuarei postando no meu blog almirliteras.blogspot.com.
Feliz natal e um próspero ano novo a todos ,inclusive ao novo superintendente da EBD jatiúca.
Pb Almir Barbosa

sábado, 18 de dezembro de 2010

Quando o crente não ora

Lição 12 - Quando o crente não ora
17 de dezembro de 2010
Divulgação
Pr. Jairo Teixeira Comentário da próxima lição bíblica pelo Pr. Jairo Teixeira
TEXTO ÁUREO: “Então, aqueles homens israelitas tomaram da sua provisão e não pediram conselho à boca do Senhor” (Js 9.14).

Pela segunda vez, Josué agiu sem pedir conselho à boca do Senhor. A primeira vez que isso ocorreu foi em Ai (7.2-4). Como eles deveriam ter buscado conselho, não está explícito, talvez usando o Urim e o Tuminm, mas tal como em 5.6, a falta de Israel foi de não obedecer a Deus. Eles acreditaram naqueles homens e fizeram aliança com eles. Aprendamos com o seu erro: Procuremos o Senhor através de orações para cada decisão que temos que tomar. Saiba que você não pode tomar boas decisões sem a Palavra e o Espírito de Deus.

VERDADE PRÁTICA

A falta de oração na vida dos crentes leva-os a decisões precipitadas.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Jonas 1.1-5,11,12,15

PALAVRA-CHAVE - OBEDIÊNCIA

Submissão à vontade divina, dependência.

I. INTRODUÇÃO

Quanto mais o nosso comportamento estiver de acordo com a vontade de Deus revelada em Sua Palavra, mais fácil fica entregar-se a oração; quanto mais desatento com a vontade soberana do Senhor, mais difícil e constrangedor será fazer as nossas orações. Se aqueles que oram não tiverem a intenção de refrear seus maus hábitos de ordem moral e espiritual, é mais do que óbvio que orar não lhes vai ajudar em nada. O fato é que, Deus não Se recusa a ouvi-los; eles, sim, é que se recusam a atender as condições para que uma oração seja atendida: sinceridade em corrigir sua natureza carnal e abandonar o pecado “Se eu atender à iniqüidade no meu coração, o Senhor não me ouvirá” (Sl 66.18). “Lewis e a prática da oração - Eu não sei o que ele orava, mas não era difícil pra eu entrar em um aposento e encontrar Jack orando. E eu dizia algo como: “Me desculpe, Jack”. E ele diria: “Tudo bem, eu só estava orando”. Você sabe, a interrupção não era algo que ele achasse irritante, quando eu entrava e o interrompia em sua oração. Ele orava ao caminhar, orava ao sentar em sua cadeira, orava o dia inteiro.

Eu penso que, para um homem como Jack, a oração era mais uma conversa com Cristo do que súplica. Para muitos de nós, quando iniciamos nossas vidas cristãs, a oração é quase sempre uma questão de súplicas. E então, um pouco depois, nos tornamos maduros o suficiente para incluir algum agradecimento e algum louvor em nossa vida de oração. Eu penso que no final das contas deveríamos atingir um estado onde a oração é uma conversa com Cristo, que inclui ação de graças, e também louvor e súplica.”

II. DESENVOLVIMENTO

QUANDO O HOMEM ORA, MAS NÃO OBEDECE

1. Jonas desobedece a Deus. Jonas (do hebraico ?????? [Yonah], foi um profeta israelita da Tribo de Zebulão, filho de Amitai, natural Gete-Héfer. Profetizou durante o reinado de Jeroboão II, Rei de Israel. (2Rs 14.25; Jn 1.1), mostrou uma atitude repreensível. Nínive, cidade principal dos assírios, gabava-se de sua exploração e de suas conquistas violentas. Sentia-se o prazer em matar. Os assírios eram famosos, por exemplo, por decapitar os povos vencidos, fazendo pirâmides com seus crânios. Crucificavam ou empalavam os prisioneiros, arrancavam seus olhos e os esfolavam vivos. Temendo pela sua vida, Jonas foge rumo a Társis, na Península Ibérica (na moderna região da Andaluzia, Espanha). Situa-se a aproximadamente 3.500 km do porto de Jope (a moderna Tel Aviv-Yafo). Deus conheceu bem a malícia dos ninivitas e enviou o seu profeta para tentar salvá-los. Jonas recusou! Ele sentiu medo e ódio do povo cruel da cidade mais temida do mundo. Jonas desobedeceu à ordem de Deus e fugiu da presença do Senhor - Israel odiava os assírios, e os considerava uma grande ameaça à sua sobrevivência. Portanto, quando Jonas recebeu o chamado, se viu numa situação difícil e embaraçosa e, não conseguindo vencer seus impulsos, decidiu fugir, desobedecendo a Deus. Mesmo não estando na situação exata de Jonas, muitas vezes, nos vemos em situação semelhante, nos sentimos em meio a uma guerra de pensamentos, na bifurcação da obediência e da desobediência. O Espírito nos impele a obedecer, porém o mundo, a vontade da carne, o rancor ou outras coisas, nos impulsiona a desobedecer. Procuremos o Senhor através de orações para cada decisão que temos que tomar. Saiba que você não pode tomar boas decisões sem a Palavra e o Espírito de Deus.

2. Jonas foge da presença de Deus. O sentimento do profeta Jonas se contrapôs ao de Deus: neste livro novamente se vê que Deus é amor. Ele mandou Jonas pregar àquele povo odiado pelos judeus. Jonas fugiu da chamada divina, recusando-se a entregar a mensagem de Deus a Nínive, porque receava que os seus habitantes se arrependessem, e Deus os livrasse do juízo (veja 4.1,2). Sobressai-se aqui, que o profeta não queria que o Senhor tivesse misericórdia de nenhuma nação, exceto Israel, e sobretudo que não tivesse compaixão da Assíria. Jonas se esquecera de que o propósito supremo de Deus para com Israel era que este fosse uma bênção para os gentios, e os levasse ao conhecimento de Deus (Gn 12.1-3; Is 49.3). Deus não se deixa dominar por sentimentos negativos, como as pessoas. Ele escolheu fugir para Társis, uma cidade ao sul da Espanha, de onde os fenícios traziam metal refinado, levando outras mercadorias em troca. Ele queria fugir de uma incumbência difícil. Ele pretendia ir ao lugar mais afastado de Nínive, foi para o lado oposto. “Espantem-se diante disso, ó céus! Fiquem horrorizados e abismados”, diz o SENHOR. O meu povo cometeu dois crimes: eles me abandonaram, a mim, a fonte de água viva; e cavaram as suas próprias cisternas, cisternas rachadas que não retêm água. O seu crime a castigará e a sua rebelião a repreenderá. Compreenda e veja como é mau e amargo abandonar o SENHOR, o seu Deus” (Jr 2.12-13,19). Dessa história aprendemos que assim como as bênçãos de Deus respingam em quem está próximo, o juízo de Deus também respinga, mais ou menos como aconteceu com Jonas. Ele era homem de Deus e sabia das drásticas conseqüências da desobediência, mas não conseguiu vencer o seu ímpeto de justiça e vingança e desobedeceu. Cristo vocacionou a igreja para cumprir uma tarefa missionária maior do que a de Jonas - ir por todo o mundo, pregando o evangelho (Mt 28.18-20; At 1.8). Tal como Jonas, muitos crentes pouco se interessam pela obra missionária.

3. Jonas é jogado ao mar. Jonas estava dormindo na tempestade! Muitos crentes, assim como Jonas, estão desapercebidos das “tempestades” (lutas) que ocorrem ao nosso redor nas regiões celestiais. Hoje, muitos crentes estão adormecidos e despreocupados, enquanto ao seu redor almas preciosas perecem nas tempestades da vida. Não percebemos que tudo tem uma razão. Quando Jonas acordou, logo percebeu a culpa que lhe cabia. Os marinheiros não concordaram com ele, mas para ele estava claro, pois sentia o peso da mão de Deus. Quando acordamos para Deus, o primeiro sentimento que nos vem é percebermos a culpa que pesa sobre nós. Assim este livro de Jonas simboliza a vida cristã: o chamado, a tempestade, a contrição e o louvor são precedentes necessários e fazem parte constante da missão. Deus sabia que Jonas não tinha condições de realizar esta tarefa sem passar por tudo isso. Fazer missão não é apenas a evangelização, mas ao mesmo tempo é o crescer do missionário!

SINÓPSE DO TÓPICO (1)

A desobediência a Deus pode trazer prejuízos a nós e àqueles que estão próximos.

CONCLUSÃO

Nós aprendemos nessa lição que quando deixamos de buscar a direção de Deus, como fêz Jonas, pra tomar aquela fraca decisão, como Josué, ao receber os gibeonitas, como Davi, ao dar lugar a soberba no seu coração ao contar o povo, como Sara que precipitou-se com Abraão pra gerar um filho da escrava Agar, nada dar certo e as conseqüências vem. O crente que não busca a direção de Deus toma decisões precipitadas; prejudica a si mesmo e aos que estão próximos.

O crente que busca conselhos em outro lugar, como Acazias, que foi tomar conselhos a deuses estranhos, como Saul que foi a uma feiticeira, cometeu pecado de ir em busca de adivinhação, ( nessa época do ano, quanta gente buscando consultar tarõ, búzios, carto-amantes, bola de cristal), no SL 1, diz que bem-aventurado é o varão que não anda segundo o conselho de ímpios.... Agora quando através da oração e do estudo da Palavra o crente é dirigido por Deus, dar tudo certo.

Samuel disse: “Quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o Senhor, deixando de orar por vós; antes vos ensinarei o caminho bom e direito”. 1Sm 12.23. A falta de oração demonstra a falta de fé e a falta de confiança na Palavra de Deus. Nós oramos para demonstrar nossa fé em Deus, que Ele fará assim como prometeu em Sua Palavra, e que abençoará nossas vidas abundantemente mais do que podemos pedir ou esperar (Ef 3.20). A oração é nosso primeiro meio de ver a obra de Deus na vida de outros. Por ser nosso meio de nos “ligarmos” ao poder de Deus como se nos ligássemos em uma tomada, é nosso meio de derrotar nosso inimigo e seu exército que, por nós mesmos, não teríamos forças para vencer. Por isto, que Deus nos encontre sempre perante Seu trono, pois temos um Sumo Sacerdote no céu que pode se identificar com tudo o que passamos (Hb 4.15,16). Temos Sua promessa de que “A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos” (Tg 5.16-18).

APLICAÇÃO PESSOAL

Um dos mais deprimentes sinais na igreja de hoje é a falta de oração tanto individual como em grupo. Poucos crentes apóiam-se na oração para fazer a obra de Deus. Um culto de oração é marcado pelo número irrisório de freqüentadores, só um pequeno número participa. Noites de oração, reuniões de oração nos lares, dias de oração e jejum parecem não ser mais que relíquias cristãs, hoje em dia. Muitos dos nossos familiares e amigos não estão sendo tocados pelo evangelho, porque falta oração pessoal e da igreja. Não deixam de orar “de tudo”, mas perderam o fervor e a expectativa de ver tais pessoas se converterem à Cristo. Podemos definir a ausência de oração como negligência, falta de interesse espiritual ou perda da visão espiritual. Em 1Sm 12.23 o Senhor chama de pecado a falta de oração: Quanto a mim longe de mim que eu peque contra o Senhor, deixando de orar por vós… Falta de oração é desobediência, pois Deus nos ordena que devemos orar sempre e não desanimar. Quando não oramos, fracassamos diante de Deus, pois Ele diz: Pede-me. Falta de oração é pecado. Lembre-se: a oração une a impotência humana à onipotência de Deus. A oração lança-nos do plano natural para o sobrenatural. Nada substituirá o ajoelharmo-nos e começarmos a orar! Samuel Chadwick[1] disse: “A única preocupação do diabo é afastar os santos da oração. Ele nada receia de estudos sem oração, de trabalho sem oração, de religião sem oração. Ri-se do nosso labor, troça da nossa sabedoria, mas treme quando oramos.”

Crendo N’Aquele que é galardoador dos que o buscam (Hb 11.6), [1] Samuel Chadwick (1860-1932) foi um ministro Metodista Inglês.

BIBLIOGRAFIA PESQUISADA

- A Oração de Jesus, Hank Hanegraaff, 1ª edição - 2002, Rio de Janeiro, CPAD;

- Stamps, Donald. Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD;

- Teologia Sistemática De Hodge - Charles Hodge, Hagnos;

- Teologia Sistemática Pentecostal, Stanley M. Horton, CPAD.

Pr. Jairo Teixeira

domingo, 12 de dezembro de 2010










I – INTRODUÇÃO:
• Rm 5:20 – “A GRAÇA DO SENHOR SEMPRE NOS ENCONTRARÁ POBRES E NOS DEIXARÁ DEVEDORES, PORQUANTO SEMPRE TEREMOS UMA DÍVIDA IMPAGÁVEL COM DEUS!”

II – A ORAÇÃO DE UM PECADOR ARREPENDIDO:

• Repreendido por Natã devido ao gravíssimo pecado, Davi não se fez de inocente. De imediato, confessou: “PEQUEI CONTRA O SENHOR” – II Sm 12:13a. Passemos, pois, a estudar e meditar no Salmo 51:
• Esse salmo é uma escada que começa em um poço horrível de lama suja e vai até às alturas de ensolarada alegria, onde brota o cântico do pecador arrependido e perdoado.

• (1) - A SÚPLICA: UM GRITO POR MISERICÓRDIA – Sl 51:1-2 - Davi começou a suplicar a Deus por misericórdia; não procurou desculpas para justificar o seu ato; não pediu inocência, tampouco lançou a culpa sobre outros. Uma vez que sabe que não merece perdão, Davi primeiro roga por misericórdia, com base na bondade divina. De acordo com esta misericórdia, rogou ao Senhor que lhe apagasse as transgressões; ainda implorou que o Senhor lhe lavasse a terrível iniqüidade e o purificasse do horrendo pecado.

• (2) - A CONFISSÃO – Sl 51:3-6 – “EU CONHEÇO AS MINHAS TRANSGRESSÕES” – Amargurado, Davi confessa reconhecer as suas transgressões, pois o seu pecado está continuamente diante de si. Ao mesmo tempo, reconhece a tendência universal para o pecado, mas não se desculpa com base nisso. A profundeza da sua confissão está visível no seu desejo de descobrir o íntimo e o escondido do seu ser. Quando alguém peca, o faz contra Deus, que jamais terá o culpado por inocente – Na 1:3

• (3) - O CLAMOR PELA RESTAURAÇÃO – Sl 51:10-12 – “APAGA AS MINHAS TRANSGRESSÕES” (Sl 51:1, 9); “LAVA-ME” e “PURIFICA-ME” (Sl 51:2, 7); ou “EXPURGA-ME” (Sl 51:7) - Davi não conhecia o poder purificador do sangue de Jesus. Mas sabia que, quando alguém era considerado imundo ou leproso, precisava, de acordo com a lei, passar pela cerimônia de purificação (Lv 14:4; Nm 19:6). Assim, Davi considerava-se tão imundo, que precisava passar por esse processo.
• Davi começa pedindo purificação externa. Purificar com hissopo e lavar estão relacionados com o ritual. Com o pedido de um coração regenerado e um espírito constante renovado, a ênfase passa para a purificação interior.
• Hoje, na Nova Aliança, “o sangue da aspersão”, ou seja, o sangue de Cristo, purifica as nossas consciências das obras mortas e de todo o pecado – Hb 12:24 cf Hb 9:14; 10:2; I Jo 1:7.
• (A) - Ó DEUS, CRIA EM MIM UM CORAÇÃO PURO – Somente aquele que reconhece o seu pecado é que consegue sentir a sujeira deste na alma. Por isso, Davi arrepende-se de sua transgressão e a confessa. O verdadeiro arrependimento faz com que aborreçamos o pecado.
• (B) – NÃO ME LANCES FORA DA TUA PRESENÇA – Desta forma Davi clamou, porque sentia falta da presença de Deus. Sem a presença do Espírito Santo deixamos de ser espirituais e passamos à condição de meras criaturas; deixamos de ser novas criaturas e retornamos à velha natureza.
• (C) – TORNA A DAR-ME A ALEGRIA DA SALVAÇÃO – Davi clama ao Senhor para que lhe restitua a bênção perdida: A alegria da salvação.

III – O PERDÃO DIVINO:
- O perdão dos pecados é uma prerrogativa divina (Sl 130:4; Dn 9:9).
- Os pecados cometidos contra o Senhor, somente Ele tem o poder de perdoar (At 8:22).
- O perdão divino está alicerçado sobre a misericórdia, a bondade e a veracidade de Deus (Ex 33:18-23; 34:6-9).
- O perdão dado por Deus é completo (Sl 51:1, 9; 103:12; Is 38:17; 43:25; Mq 7:19);
- O recebimento desse benefício deve criar o senso de temor em nossos corações (Dt 29:16-20;

II Rs 24:1-4; Jr 5:1-7; Lm 3:41-42).

IV - O QUE ACONTECEU COM NOSSOS PECADOS?
- (1) - FORAM ANIQUILADOS, APAGADOS, DESFEITOS (Is 44:22)
- (2) - FORAM AFASTADOS, REMOVIDOS DE NÓS (Sl 103:12)
- (3) - DEUS OS LANÇOU PARA TRÁS DE SI (Is 38:17)
- (4) - FORAM LANÇADOS NAS PROFUNDEZAS DO MAR (Mq 7:18-19)
- (5) – FORAM ESCONDIDOS COMPLETAMENTE (Jr 5:20)
- (6) - FORAM ESQUECIDOS PARA SEMPRE (Is 43:25; Jr 31:34; Hb 8:12; 10:16-17)
- Cf Apc 7:13-14; 12:11

V – O COMPROMISSO DIANTE DO PERDÃO DIVINO:

• Após sentir-se perdoado, Davi promete a Deus fazer algo que ficara impedido de realizar por causa de sua transgressão:

• (1) – ENSINAR AOS TRANSGRESSORES – Sl 51:13 – Tendo experimentado o que é transgredir a lei divina, o salmista assume o compromisso de levar os transgressores a aprender os caminhos do Senhor, e a se converterem de seus pecados. Este voto de testemunhas aos outros dá evidências do perdão recebido por Davi e sua natureza modificada.
• (2) – UM PARÊNTESE DE TEMOR – Sl 51:14 – Atingido pelo medo de voltar a pecar, Davi abre um parêntese na sua oração e pede a Deus que o livre dos crimes de sangue. Está claro que a morte de Urias continuava a ferir-lhe a consciência.
• (3) – LOUVOR A DEUS – Sl 51:15 – Davi pediu a Deus que abrisse os seus lábios para que a sua boca pudesse entoar louvores ao Senhor.

VI – CONSIDERAÇÕES FINAIS:
• Quando um servo de Deus cai, principalmente em se tratando de um líder, o diabo, os demônios e todo inferno festejam. Entretanto, quando um filho de Deus se arrepende sinceramente, o Senhor estende sobre ele o manto do perdão, havendo grande alegria no céu. O arrependimento nos leva ao perdão de Deus. Nem o adultério, nem assassinato ou qualquer outro tipo de pecado estão acima da misericórdia divina.

domingo, 28 de novembro de 2010

Lição 9: A oração e a vontade de Deus

Lição 9: A oração e a vontade de Deus
28 de novembro de 2010

Pr. Jairo Teixeira, comentarista da Lição Bíblica da CPAD Comentário da lição bíblica para o fim de semana
LEITURA EM CLASSE - João 14.13-17; 15.7; 1 João 5.14,15

INTRODUÇÃO

Na lição de hoje estaremos estudando sobre a ORAÇÃO E A VONTADE DE DEUS. Você sabia que Deus só responde as nossas orações quando elas estão de acordo com a sua vontade? Eis os motivos de ORAÇÕES NÃO RESPONDIDAS POR DEUS e o segredo de ORAÇÕES ATENDIDAS POR DEUS.

Orações não respondidas é, de fato, uma frustração para o crente. Como entender o que faz que uma oração não seja respondida? O apóstolo João descreve que a resposta à oração está ligada ao relacionamento da “confiança que temos para com ele [Deus]” com a vontade soberana dEle: “E esta é a confiança que temos nele: que se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve” (1 Jo 5.15). Há quatro elementos importantes para uma oração eficaz. São eles:

1. Orar com o coração limpo do pecado. […] “Se eu no coração contemplara a vaidade, o Senhor não me teria ouvido” (Sl 66.18). A Bíblia fala da oração como sendo uma conversa do filho com o Pai celestial e, enfaticamente, fala da oração dos santos, o que é uma referência às pessoas que se relacionam com Deus de modo digno da sua onisciência. Se, ao contrário, a pessoa ora a Deus com o coração cheio de pecados, sem arrependimentos e sem temor, faz simplesmente o papel de hipócrita; e, para o hipócrita, não há promessa na Bíblia. Pode ser ainda o comportamento de quem abusa da misericórdia de Deus e escarnece da sua santidade. É bom orar como filho obediente.

2. Orar com fé. É o apostolo Tiago que ensina. Ele diz que devemos pedir com fé e em nada duvidando, pois, conforme acrescenta, “o que duvida é semelhante à onda do mar, impelida e agitada pelo vento. Não suponha esse homem que alcançará do Senhor alguma coisa” (Tg 1.6,7). Tudo o que recebemos de Deus é tão-somente pela fé. Está escrito: “Sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam” (Hb 11.6). A Bíblia tanto fala da fidelidade e da infalibilidade de Deus, como relata em numerosos detalhes as muitíssimas vezes em que Deus tem atendido aos que o buscam com fé. É para confiarmos inteiramente em Deus. Duvidar das suas promessas, tanto nos prejudica como o ofende, pois Ele a tantos tem feito tanto, que merece ser invocado com segura fé.

3. Orar segundo a vontade de Deus. Diz o apóstolo Paulo que “a vontade de Deus é boa, agradável e perfeita” (Rm 12.2). Também está escrito: “Esta é a vontade de Deus, a vossa santificação” (1 Ts 4.3). E ainda: “Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1 Tm 2.3,4). O apóstolo João afirma: “Se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve” (1 Jo 5.14). O que estamos estudando são declarações dos santos apóstolos. Veja agora o que o próprio Senhor Jesus diz acerca da vontade de Deus: “Porque eu desci do céu não para fazer a minha vontade; e, sim, a vontade daquele que me enviou. E a vontade de quem me enviou é esta: Que nenhum eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia. De fato a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia” (Jo 6.38-40). É muito boa a vontade de Deus!

4. Orar com perseverança. O inconstante nada alcança, qualquer que seja a atividade na vida. Enquanto isso, a perseverança, tudo alcança. A oração eficaz deve ter o caráter de uma batalha ordenada como propósito seguro de vencer; e quem luta ao lado do Senhor de tudo e de todos deve orar, com certeza de ser mais do que vencedor. E esta é a divisa de todos os que têm perseverado diante de Deus em oração, não aceitando nenhuma derrota, nenhum fracasso. Conserve limpo o seu coração, ore com fé, peça segundo a vontade de Deus; persevere e vença, pois a sua perseverança e vitória com certeza glorificarão a Deus!

1. A ORAÇÃO SÓ É EFICAZ PARA QUEM PERMANECE EM CRISTO

* O Senhor não responde oração que é contrária a sua glória - João 14.13 E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. * O Senhor condiciona toda petição a autoridade do seu nome - João 14.14 Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei. * O Senhor exige unidade com Ele através da nossa comunhão - João 14.15 Se me amais, guardareis os meus mandamentos. ]

2. A ORAÇÃO SÓ É OUVIDA QUANDO HÁ OBEDIÊNCIA ESPIRITUAL

* Creia que é o Espírito Santo o pleiteador das nossas causas - João 14.16 E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, Romanos 8.26 E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.

* Saiba que o Espírito Santo opera em quem busca conhece-lo - João 14.17a… o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece; * Entenda que o agir do Espírito Santo requer vida santificada - João 14.17b…vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós.

3. A ORAÇÃO SÓ É ATENDIDA QUANDO É FEITA CORRETAMENTE

* É preciso entender que Deus quer uma postura sincera - I João 5.14 E esta é a confiança que temos para com ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve. Tiago 4.3 Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites.

CONCLUSÃO

Prezado professor, aluno,amado irmão, é importante ressaltar a importância de termos uma vida de Santidade, Fé, Perseverança e no centro de Sua vontade. Deus é soberano e dotou o ser humano de livre arbítrio. Para uma manutenção da vida com o Eterno é fundamental seguir o conselhos bíblicos. - I João 5.15 E, se sabemos que ele nos ouve quanto ao que lhe pedimos, Salmos 51.17 Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.

* É preciso entender que Deus ouve quem é movido por fé - I João 5.15…b estamos certos de que obtemos os pedidos que lhe temos feito. Hebreus 11.6 Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.Mantemos uma vida de oração e mais eu isso aprendamos a orar como Jesus: “Pai, faça-se a tua vontade!”.

Pr. Jairo Teixeira

quinta-feira, 18 de novembro de 2010


Apocalipse, 3:20
“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo."
“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo."Jesus não entra em sua casa sem a sua permissão, Ele bate na porta do seu coração e se você abrir entra e ceia contigo. Mesmo sendo o dono de tudo e o Senhor da vida, ele respeita a sua decisão. Ele sabe que tudo que é forçado ou obrigado não traz alegria, não traz uma escolha própria e nem glorifica a Deus. Dar a oportunidade de escolher o que queremos é amar ao próximo, mandamento que ele mesmo nos ensinou. Querer Jesus como Senhor e Salvador é uma escolha. Abrir a porta e cear com Ele é uma atitude que eu escolho. Cear obrigado é fazer algo que não quero e não vejo a hora de acabar. Jesus ama você e sabe que antes de cear contigo ele deve bater a porta. Jesus nunca pula a janela do seu coração porque quem entra pela janela é ladrão e ele não quer roubar o seu direito. O momento de cear com Cristo deve ser esperado como uma grande festa e não um velório.Se você não tem vontade de estar na casa do Senhor, de louvar o seu nome e glorificá-lo – algo está errado!O ato de amar a Deus deve ser espontâneo. Pense nisso...Falando em amor, deixo aqui uma das passagens bíblicas que expressa bem o ato de amar. I Corintios 131 - Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine.2 - E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.3 - E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.4 - O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece,5 - não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal;6 - não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade;7 - tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.8 - O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;9 - porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos;10 - mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.11 - Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.12 - Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido.13 - Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.














LIÇÃO 8: A ORAÇÃO SACERDOTAL DE JESUS CRISTO .


– INTRODUÇÃO:

• Jesus, o Filho de Deus, no fim e no maior grau do Seu ministério terrestre, na véspera de Seu próprio sacrifício, levantou os olhos e falava com Seu Pai. É um dos acontecimentos mais maravilhosos da Bíblia. Nesta oração o Senhor apresentou ao Pai a Sua obra completa e orou acerca dos acontecimentos futuros: A segurança e o destino glorioso dos Seus. Sua oração abrange a luta e as necessidades dos remidos na vida de hoje. JESUS, É O NOSSO INTERCESSOR!

I. ORAÇÃO POR UMA VIDA DE COMUNHÃO COM O PAI

Relacionamento com Deus (Jo 17.2,3). Relacionamento é correspondência, trato amistoso, ou convivência, relações íntimas com alguém. Relacionamento com Deus quer dizer convivência com Ele. É trato diário com o Senhor, tornando-se familiar essa relação de amizade (Sl 25.14 e Nm 12.5-8). A vida consiste na comunhão com Deus ‘que nos criou para Ele mesmo, de modo que nossas almas não descansam até que descansem nEle’, como disse Agostinho. Conhecer a Deus, como freqüentemente nas Escrituras, significa mais do que uma percepção intelectual; envolve afeição e compromisso também. Ao colocar-se junto com o Pai como fonte de vida eterna, Cristo afirma a sua própria divindade. “Ó que todos os crentes tivessem como prioridade cada vez maior responder essa pergunta! Que eles se juntassem àqueles na história da igreja que se aprofundaram em seu relacionamento com Deus!


Meditação e prática da Palavra de Deus (Jo 17.6). “Habite , ricamente em vós a Palavra de Cristo”. (Cl 3.16). Como vimos, não é exagero ler demais a Palavra de Deus, mas sim uma necessidade. Ler a Bíblia, absorver a Bíblia, ingerir a Palavra é uma ordem de Deus para nós. Sem a Palavra não há relacionamento com Deus. Nela encontramos o próprio Deus, encontramos o nosso começo com Cristo, salvação. Com ela alimentamos o nosso relacionamento com Deus que deve ser forte e constante. Com ela haverá quebrantamento, regozijo e emoções sensibilizadas pelo Espírito Santo. A Palavra é instrumento de restauração, de libertação, de cura para nossa alma doente. É à base de tudo. Ela fortalece o espírito, conforta a nossa alma, fortalece a personalidade por dentro até Cristo fluir. A Palavra não pode ser apartada do tratamento interior que o Espírito Santo faz e quer fazer em cada crente e que dura à vida inteira. Ela é remédio para nossa alma marcada pelo pecado. Ela gera paz, poder, prosperidade, alegria saúde, força, vitória (Js 1.6-8, Pv 4.20-23). A ordem de Deus para Josué foi ser forte, corajoso para herdar a terra, mas apresentou o meio para essa conquista – fazer e não desviar da Palavra para que fosse bem sucedido. E continuou: Falar constantemente, Meditar e Fazer o que a Lei ordenava para fazer Prosperar o Seu Caminho. A nossa alma tem sede da Palavra, e ela deverá ocupar lugar central na vida da cada crente se quiser vitória. O grande problema de muitos crentes é desprezar a Palavra, se empobrecendo espiritualmente e até sendo ponto de interrogação quanto a sua vida cristã. Também o desvalor pela Palavra abre um espaço enorme para Satanás atacar, agir em nossa vida. Qual é a sua brecha? Tem fraquejado? Ler a Palavra devagar, meditando, examinando (João 5:39), extraindo o seu ensino, anotando, descobrindo verdades ocultas para você. Isso significa alimentar-se da Palavra de Deus, relacionar-se com Ele. Quer ter uma vida de vitória, ALIMENTE DA PALAVRA.


II. ORAÇÃO POR PERSEVERANÇA, ALEGRIA E LIVRAMENTO


1. Perseverança (Jo 17.11,12). Todo cristão deseja ter a certeza da salvação, ou seja: a certeza de que, quando Cristo voltar ou a morte chegar, esse cristão irá estar com o Senhor, no céu (Fp 1.23; 2Co 5.8). João ao escrever sua primeira epístola esclarece-nos que o povo de Deus pode ter esta certeza (1Jo 5.13); ele declara que seu propósito ao escrever esta epístola é prover ao povo de Deus o ensino bíblico sobre a certeza da salvação. Temos a certeza da vida eterna quando cremos “no nome do Filho de Deus” (5.13; cf. 4.15; 5.1, 5). Não há vida eterna, nem certeza da salvação, sem uma fé inabalável em Jesus Cristo; fé esta que o confessa como o Filho de Deus, enviado como Senhor e Salvador nosso.


2. Alegria (Jo 17.13). O crente deve regozijar-se e fortalecer-se, meditando na graça do Senhor, sua presença e promessa. A alegria é parte integrante da nossa salvação em Cristo. É paz e prazer interiores em Deus Pai, Filho e Espírito Santo, e na bênção que flui de nosso relacionamento com Eles (cf. 2Co 13.14). Os ensinos bíblicos a respeito da alegria incluem a alegria associada à salvação que Deus concede em Cristo (1Pe 1.3-6; cf. Sl 5.11; 9.2; Is 35.10) com a Palavra de Deus (Jr 15.16; cf. Sl 119.14). A alegria flui de Deus como um dos aspectos do fruto do Espírito (Sl 16.11; Rm 15.13; Gl 5.22). Logo, ela não nos vem automaticamente. Nós a experimentamos somente à medida que permanecemos em Cristo (Jo 15.1-11). Nossa alegria se torna maior quando o Espírito Santo nos transmite um profundo senso da presença e do contato com Deus em nossa vida (cf. Jo 14.15-21). Jesus ensinou que a plenitude da alegria está intimamente ligada à nossa permanência na sua Palavra, à obediência aos seus mandamentos (Jo 15.7,10,11) e à separação do mundo (Jo 17.13-17). A alegria, como deleite na presença de Deus e nas bênçãos da redenção, não pode ser destruída pela dor, pelo sofrimento, pela fraqueza nem por circunstâncias difíceis (Mt 5.12; At 16.23-25; 2 Co 12.9).

III. ORAÇÃO POR SANTIDADE, UNIDADE E FRUTOS ESPIRITUAIS


1. Santidade (Jo 17.17,19). Deus é santo, e as qualidades de Deus devem ser as qualidades do seu povo. A idéia principal de santidade é a separação dos modos ímpios do mundo e dedicação a Deus, por amor, para o seu serviço e adoração. Ser santo é estar separado do pecado e consagrado a Deus. É ficar perto de Deus, ser semelhante a Ele, e, de todo o coração, buscar sua presença, sua justiça e a sua comunhão. Acima de todas as coisas, a santidade é a prioridade de Deus para os seus seguidores (Ef 4.21-24). A santidade foi o propósito de Deus para seu povo quando Ele planejou sua salvação em Cristo (Ef 1.4). A santidade foi o propósito de Cristo para seu povo quando Ele veio a esta terra (Mt 1.21; 1 Co 1.2,30). A santidade foi o propósito de Cristo para seu povo quando Ele se entregou por eles na cruz (Ef 5.25-27). A santidade é o propósito de Deus, ao fazer de nós novas criaturas e nos conceder o Espírito Santo (Rm 8.2-15; Gl 5.16-25, Ef 2.10). Sem santidade, ninguém poderá ser útil a Deus (2 Tm 2.20,21). Sem santidade, ninguém terá intimidade nem comunhão com Deus (Sl 15.1,2). Sem santidade, ninguém verá o Senhor. Lv 11.44 apresenta as instruções no tocante ao alimento puro e impuro (i.e., apropriado e impróprio) dadas, segundo parece, por motivos de saúde; mas também são padrões para ajudar Israel a permanecer como um povo separado da sociedade ímpia ao seu derredor (cf. Dt 14.1,2). Essas instruções sobre alimentos já não são obrigatórias para o crente do NT, posto que Cristo cumpriu o significado e o propósito delas (cf. Mt 5.17; 15.1-20; At 10.14,15; Cl 2.16; 1 Tm 4.3). Contudo, os princípios inerentes nessas instruções continuam válidos hoje.


Unidade (Jo 17.21,22).

2. A união em favor da qual Jesus orou não era a união de igrejas e organizações, mas a espiritual, baseada na permanência em Cristo (v. 23); amor a Cristo (v. 26); separação do mundo (vv. 14-16); santificação na verdade (vv. 17-19); receber a verdade da Palavra e crer nela (vv. 6,8,17); obediência à Palavra (v. 6); e o desejo de levar a salvação aos perdidos (vv. 21,23). Faltando algum desses fatores, não pode haver a verdadeira unidade que Jesus pediu em oração. Jesus não ora para que seus seguidores "se tornem um", mas para que "sejam um". Trata-se do subjuntivo presente[3] e significa "continuamente ser um". União essa que se baseia no relacionamento que todos eles têm com o Pai e o Filho, e na mesma atitude basilar que têm para com o mundo, a Palavra e a necessidade de alcançar os perdidos (cf. 1 Jo 1.7).

3. Frutificação espiritual (Jo 17.18).

Quando uma pessoa crê em Cristo e recebe o seu perdão, recebe a vida eterna e o poder de estar ou permanecer n’Ele. Tendo esse poder, o crente precisa aceitar sua responsabilidade quanto à salvação e permanecer em Cristo. Assim como a vara só tem vida enquanto a vida da videira flui na vara, o crente tem a vida de Cristo somente enquanto esta vida flui nele pela sua permanência em Cristo. A palavra grega aqui é meno, que significa "continuar", "permanecer", "ficar", "habitar". As condições mediante as quais permanecemos em Cristo são:
a. conservar a Palavra de Deus continuamente em nosso coração e mente, tendo-a como o guia das nossas ações;
b. cultivar o hábito da comunhão constante e profunda com Cristo, a fim de obtermos dEle forças e graça;
c. obedecer aos seus mandamentos e permanecer no seu amor e amar uns aos outros;
d. conservar nossa vida limpa, mediante a Palavra, resistindo a todo pecado, ao mesmo tempo submetendo-nos à orientação do Espírito Santo (v. 3; 17.17; Rm 8.14; Gl 5.16-18; Ef 5.26; 1 Pe 1.22). BEP, nota Jo 15.4

CONCLUSÃO:

Na oração sacerdotal de Jesus, Ele intercedeu ao Pai pela santidade, unidade e frutificação espiritual de sua Igreja.

Na oração sacerdotal o Senhor Jesus depois de haver orado pelos discípulos que já criam e caminhavam com Ele, orou também por todos aqueles que ainda haveriam de vir a crer n´Ele através da pregação da Palavra. Ele orou ao Pai rogando por nós, muitos anos antes de nascermos, e antes que viéssemos a abraçar a fé. Ele não rogou por todas as pessoas do mundo, como está escrito no verso 17:9, mas sim por todos aqueles que pelo Pai lhe foram dados (Jo 17.6 e 9); pelos que já criam, e pelos que ainda viriam a crer. Ele rogou por todos os que Ele de antemão conheceu na Sua Onisciência! Ele rogou por nós!

sábado, 13 de novembro de 2010

LIÇÃO DE DOMINGO

Lição 7 - A Oração da Igreja e o Trabalho do Espírito Santo
13 de novembro de 2010 às 10h00
Divulgação
Pr. Jairo Teixeira, comentarista da Lição Bíblica da CPAD Comentário da lição bíblica pelo Pr. Jairo Teixeira
Texto Áureo: “E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações” (At 2.42).

Leitura Bíblica em Classe - Atos 1.12, 14; 2.4, 38, 40, 41; 4.32

INTRODUÇÃO

Hoje veremos que a historia da Igreja Primitiva foi pontilhada de sinais e maravilhas, porque havia Oração e o Trabalho do Espírito Santo sempre presente. É uma tríde que considero inseparável, A Oração, a Igreja e o Espírito Santo. Foi assim no princípio e sempre será. Não há Igreja poderosa sem Oração, nem haverá ministério vitorioso e operante em a atuação do Espírito Santo.

AS OPERAÇÕES DO ESPÍRITO SANTO NA IGREJA QUE ORA

1. ELE TRABALHA PARA A IGREJA CONTINUAR A OBRA DE CRISTO

Seu propósito é equipar os santos para a grande comissão - Atos 1.8 Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra.

Seu propósito é motivar os santos a cumprir a grande comissão - Lucas 24.49 E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder.

Seu propósito é conduzir os santos na obra da grande comissão - Atos 13.2 E, servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado.

2. ELE DERRAMA PODER SOBRE OS QUE PERSEVERAM EM BUSCAR

Pela oração somos motivados a exercitar nossa espiritualidade - Atos 1.14 Todos estes perseveravam unanimemente em oração e súplicas, com as mulheres, e Maria, mãe de

Jesus, e com seus irmãos.

Pela oração alcançamos a efusão prometida e dádivas espirituais - Atos 2.4 E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.

Pela oração somos revestidos a pregar a palavra com ousadia - Atos 2.38 E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo.

3. ELE CAPACITA A TODOS QUE SE DISPÕE PELA CAUSA DE CRISTO

A oração é um meio de buscar ousadia para levar almas a Cristo - Atos 2.40 E com muitas outras palavras isto

A Oração na Vida da Igreja:

A expansão do Evangelho está diretamente interligada à vida de oração da Igreja do Primeiro Século. A ordem expressa aos discípulos para “que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do pai”, resultou num estado de espera cuja característica principal foi o cultivo da oração (At 1.13,14,24,25): “perseveravam unanimemente em oração e súplicas”.

No dia de Pentecoste é possível ver o resultado dessa perseverança. Todos estavam reunidos unânimes em vários cultos semanais buscando a Deus e aguardando a promessa. “E, de repente, veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados” (At 2.2), enchendo as pessoas que adoravam o Eterno na casa em que estavam.

O poder vivificante de Deus espalhou-se pela terra a exemplo da criação, quando o Santo Espírito do Senhor pairava sobre as águas (Gn 1.2). A promessa chegara a partir de pessoas simples que buscavam a Deus em oração crendo na promessa do Cristo. [1]

Em Atos 2.4, os crentes foram cheios do Espírito Santo. É importante notar que o termo “cheio do Espírito Santo” é um recurso linguístico usado por Lucas para se referir literalmente a expressão usada por Jesus Cristo em Atos 1.5: “mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias” [2]. O cumprimento em Atos 2.4, “e todos foram cheios do Espírito Santo”, é o desdobramento da promessa anunciada em Atos 1.5. Neste caso, em Atos, as expressões “batismo no Espírito Santo” e “Cheios do Espírito Santo” são sinônimas. [3]

O pentecoste de Atos 2 é “um paradigma padrão”. Ele reflete um exemplo padronizado que estará presente em derramamentos posteriores ao longo do livro dos Atos dos Apóstolos, testificava e os exortava, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa.

A oração é um meio de receber unção para proclamar a salvação - Atos 2. 41 De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e, naquele dia, agregaram-se quase três mil almas.

A oração é um meio de preparação para o êxito em nossas missões - Atos 4. 32 E era um o coração e a alma da multidão dos que criam, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns.

CONCLUSÃO

Por isso, prezado professor, fale ao seu aluno da atualidade do batismo no Espírito Santo. Deus quer encher seu povo, mexer com a estrutura de seu caráter, impregnar a ética cristã em sua vida. Sem dúvida que a oração é um bom começo para essa mudança!

Que Deus possa despertar a igreja desses últimos dias, a voltar a orar como nos dias primórdios, assim o Espírito Santo vai operar mais e mais e o Nome de Jesus será glorificado.

Referências:

[1] PEARMAN, Myer. Atos: E a Igreja se Fez Missões. Rio de Janeiro: CPAD, 1995, p.

20.

[2] Aqui o evangelista Lucas reproduz exatamente as palavras de Jesus.

[3] HORTON, Stanley M. O que a Bíblia Diz sobre o Espírito Santo. 4. ed. Rio de

Janeiro: CPAD, 1995, p. 154,55.

[4] PALMA, Anthony. O Batismo no Espírito Santo e com Fogo: Os Fundamentos

Bíblicos e a Atualidade da Doutrina Pentecostal. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2002, p.

28.